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Após oito anos, lei da microchipagem de cavalos começa a sair do papel

Jaqueline Silveira


Foto: Pedro Piegas (Diário)

Aprovada em 2011, a lei que prevê a identificação eletrônica de animais por meio da microchipagem começa a sair do papel oito anos depois. A prefeitura lançou licitação para a compra de 500 chips que serão utilizados na identificação de cavalos que circulam nas ruas de Santa Maria. Essa é a primeira etapa.

Autor da lei, o vereador e médico veterinário Manoel Badke (DEM), Maneco, comemorou a medida do governo Jorge Pozzobom (PSDB) nas redes sociais. "Parabéns, meu prefeito Jorge Pozzobom (PSDB), tirando do papel a lei com respeito aos nossos animais. Como autor dos projetos de lei, agradeço", escreveu o parlamentar em seu Facebook, referindo-se também à Central de Controle de Bem-Estar Animal, que teve a implantação iniciada em 2017.

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Com a chipagem dos equinos, destaca Badke, será possível identificar os donos dos cavalos encontrados em via pública, envolvidos em acidentes ou ainda que sofram maus-tratos. A lei prevê também que cães e gatos de Santa Maria recebam chip.

Antes tarde do que nunca, o importante é que a prefeitura deu um passo no zelo e responsabilidade com os animais. 

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